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Congonhas

Região das artes

Publicada em: 11 de maio de 2018

Festival da Quitanda celebra 18 anos e se consolida como referência gastronômica




A festa, realizada na Romaria, começa na noite do sábado, 19, a partir das 20h, com a Noite de Caldos e Violas



O evento mais gostoso de Minas Gerais completa 18 anos! O tradicional Festival da Quitanda valoriza as deliciosas receitas preparadas com carinho pelas quitandeiras de Congonhas e região, além de inserir a Cidade dos Profetas no circuito gastronômico do estado. Com uma estimativa de público de aproximadamente 30 mil, o evento é resgata as tradições do campo e as antigas receitas das fazendas mineiras. A festa, realizada na Romaria, começa na noite do sábado, 19, a partir das 20h, com a Noite de Caldos e Violas. Já na manhã do domingo, 20, a partir das 9h, os quitutes estarão à espera dos visitantes.

A Noite de Caldos e Violas terá comercialização de caldos e comidas típicas para aquecer o público neste clima de quase inverno. O cantor e compositor Alceu Valença é uma das atrações confirmadas neste grande evento. O show está marcado para às 21h. As outras apresentações serão divulgadas em breve.

Já durante o 18º Festival da Quitanda, serão realizadas atividades culturais - com apresentações de música de raiz e de congados -, e comercialização, em 45 stands, dos quitutes e especiarias das mais tradicionais famílias de Congonhas e região. O Festival este ano terá um diferencial: as receitas concorrentes terão de ter em sua composição um ingrediente comum, que será o milho ou seus derivados, aguçando, assim, a criatividade e harmonização das (os) quitandeiras (os) na elaboração de suas receitas. É confeccionado também o Caderno de Receitas do Festival da Quitanda, com as receitas de todas as quitandas concorrentes de Congonhas.

Todo ano também é oferecido o Chá de Congonha acompanhado do famoso cubu (feito com fubá de moinho d’água, enrolado na folha de bananeira). Sucesso da última edição, o Armazém de Secos e Molhados terá um espaço ainda maior e aconchegante para a comercialização de diversos produtos, como fubá, queijos e café moído.

Há também um concurso de quitandas e premiações nos seguintes quesitos: a Quitanda “Prata da Casa” (melhor quitanda de Congonhas), “Quitanda Regional” (melhor quitanda dentre as demais cidades participantes), Quitanda “Comércio Especializado” (melhor quitanda dentre as padarias, confeitarias e supermercados participantes) e “Melhor Stand” (melhor ornamentação da barraca).

Devido à tradicionalidade do Festival, o ofício das quitandeiras de Congonhas encontra-se em processo de avaliação junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, para que o ofício das quitandeiras seja considerado patrimônio imaterial. E, além desse cunho cultural, o Festival também tem um cunho social, pois promove o empoderamento das quitandeiras, proporcionando a elas a oportunidade de melhorarem a oferta de seus produtos e serviços e terem, na comercialização de quitandas, uma fonte de renda para elas e respectivas famílias.
Congonhas também já foi agraciada, nos anos de 2015 e 2016, com o maior prêmio da gastronomia mineira: o Prêmio Eduardo Frieiro.








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