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Januária

Região das histórias

Publicada em: 2 de outubro de 2018

Cavalhadas de Brejo do Amparo 2018: Cultura e fé e religiosidade em Januária


Arrastando multidão, iniciada na sexta-feira (28/09) e finalizada no domingo (30/09), a edição deste ano dos festejos da tradicional Cavalhadas de Brejo do Amparo, centenário distrito há 06 quilômetros da sede de Januária, superou expectativas de organização, público, segurança, beleza e aprovação popular. Por três dias, a comunidade brejina com centro de referencia da cultura e religiosidade do grande Norte de Minas. Tendo neste ano o casal Mamede e Dalva os Mordomos do evento.

Valorizando e mantendo a tradição do festejo o prefeito e presidente da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene – AMAMS -, Dr Marcelo Félix, esteve representado pelo secretário, Sidney Olímpio, vice-prefeito, Anízio Filho, e equipe de governo da Administração: “O Futuro é Agora”. Realizada em conjunto pela Prefeitura de Januária, por meio da secretaria municipal de Turismo e Cultura, e comunidade brejina, liderada pelo vereador, Fabrício Promoções.

Referencia nacional na realização deste festejo o município de Januária, além da cidade de Pirenópolis, no estado de Goiás, se destaca no Brasil. Tendo as encenações teatrais, na grande arena, embalada pela mestria da banda de musica Euterpe Fraternidade, de Brasília de Minas, como principal atração. No palco do circuito, na sexta-feira (28/09), Edmílson Batista e GG Rodrigues; sábado (30/09), Banda Ki fissura e Neto Lima; domingo (30/09) Sérgio e Rodrigo. Sempre com acesso gratuito ao grande público.

Uma tradicional celebração portuguesa, as encenações de Cavalhadas teve origem nos torneios medievais, retratando o casamento do rei Carlos Magno com a rainha Florípedes, quando os aristocratas exibiam destreza e valentia. Um torneio que servia como exercício militar nos intervalos das guerras, retratando as batalhas entre Cristãos e Mouros, onde nobres e guerreiros cultivavam a praxe da galantaria. As alcanzias, bolas de barro ocas cheias de flores e cinzas, eram jogadas no campo de batalha.

Os festejos tiveram inicio, no Brasil, a partir do século XVII, chegando ao Brejo do Amparo em razão da festa do Divino. Com o tempo, esta peça teatral, se tornou um dos maiores espetáculos do interior mineiro.