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São João Del Rei

Região das manifestações

Publicada em: 15 de março de 2018

Cartão postal de SJdel-Rei, córrego do Lenheiro será despoluído até 2020




O prefeito de São João del-Rei, Nivaldo Andrade, fez o lançamento das obras de esgotamento sanitário do lendário córrego do Lenheiro, que corta toda a cidade.Será a maior obra pública da cidade nos últimos 100 anos e que vai afetar quase todos os bairros.

A despoluição é uma antiga reivindicação dos moradores de São João del-Rei, principalmente os que moram nos bairros às margens do córrego. O projeto expõe todas as intervenções de saneamento a serem executadas.

Nivaldo espera inaugurar, daqui a três anos (até 2020), essas obras da rede de esgotamento sanitário, reduzindo em 98% a poluição provocada pelo despejo de esgoto e outros detritos no córrego.

As obras começam agora em março, em duas frentes de trabalho: Tijuco e Cohab. O município tem prazo, até 13 de abril próximo, para a apresentação do 1º. Boletim de Medição. Com esse documento, o governo federal operaciona o primeiro desembolso da verba para as empresas na data limite de 25 de abril.

Afluentes

Com 7 km de extensão, o Lenheiro, que recebe também os afluentes Águas Férreas, Rio Acima e Água Limpa, corta toda a cidade desde a nascente na Serra do Lenheiro - atravessa o bairro do Tijuco e o centro da cidade, até o bairro das Fábricas, quando deságua no Rio das Mortes.

O saneamento do Lenheiro foi autorizado pelo ministro das Cidades, Alexandre Baldy, em audiência com o prefeito e a deputada federal Dâmina Pereira. O custo total é de R$ 40 milhões, mas somente foram liberados, para a primeira etapa, R$ 32,547 milhões, distribuídos para a Infracon, encarregada da obra, que terá R$ 31,278 milhões; a Consominas, gerenciamento e fiscalização, R$ 664 mil; e R$ 605 mil para o trabalho socioambiental.

No projeto de ampliação do saneamento do Lenheiro, que faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal, com recursos e fiscalização também por parte da Caixa Econômica Federal (CEF), consta a construção de 48 mil metros de redes pluvial e de esgoto, coletoras e interceptoras, sub-bacias e travessias sob a ferrovia em quase toda a cidade. Essas redes levarão os detritos a uma estação de tratamento de esgoto (ETE), também a ser construída.